Você me cansa. Me agride com as menores das suas palavras, sem nem mesmo saber a intenção escondida por trás delas. E me quebra. Os castelos que eu desenho no ar, você consegue com um leve sopro transformar em ruínas. Que não se comparam aos antigos templos romanos. Nem a Eldorado. Não sobra nada. Eu, calada, apenas recolho os farelos no chão. Pra tentar reconstruir. Não deve ser tão difícil assim.